Sentei-me por alguns minutos, observando o mundo ao redor — o brilho do sol filtrado pelas árvores, o cheiro da terra úmida, o som distante de um riacho.
Há uma paz que só existe quando o corpo desacelera e a mente se permite respirar.
Enquanto folheava o livro que trouxe comigo, percebi que as palavras se misturavam ao ambiente, como se o texto também fizesse parte da natureza.
Enquanto folheava o livro que trouxe comigo, percebi que as palavras se misturavam ao ambiente, como se o texto também fizesse parte da natureza.
O café na minha mão ainda estava quente, e o vapor subia lentamente, desenhando formas no ar.
Pensei em como o tempo é generoso quando não o apressamos.
Há beleza em simplesmente existir, sem pressa, sem metas, apenas sendo parte do momento. Talvez seja isso que chamam de plenitude.

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